Tão pequenina sou, quando seus braços e ombros largos já não me seguram mais.
Quando beijos de borboleta não existem.
Sinto tão pequena quando não me beija no momento que lavo a salada. Sou menor do que pode imaginar quando amor não há.
Diminui ligeiramente o meu tamanho assim que termina nosso abraço, quando não brincamos mais com a fresta da luz depois de fumar um baseado ou não corremos mais pelados em direção a cama.
Diminuí ao teus olhos meu bem, porque não foste capaz de sustentar o tamanho do meu amor por você.

Um comentário:
Anônimo da quarta feira diz: simplesmente lindo.
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