Se tiver alguma coisa nessa vida que a faz estar viva, diria que são as mudanças e o amor, na minha opinião, claro! Você muda de endereço, muda de amor, muda a forma como se relaciona com as pessoas, muda a sua cor favorita, muda de namorado, muda o corte de cabelo, enfim, a gente muda. Às vezes, penso em quão incríveis são essas mudanças e quanto elas nos trazem um jeito novo de viver e se redescobrir.
Já o amor é substancial, é obedecer aos instintos, é ouvir o coração, mas ouvir mesmo, bem lá no fundo. É sair correndo de casa com algumas poucas flores na mão e gritar na porta da casa dela o quanto a ama. Amor é perder a razão. É viver sem a certeza de nada. Infelizes aqueles que racionalizam o amor e ditam regras de comportamento, estipulam o perfil ideal e procuram um padrão intangível de amor perfeito.
Quem ama mesmo esquece todas essas baboseiras morais, culturais, sociais. Quem ama chuta o balde e faz qualquer loucura para vivê-lo, não interessa se vai dar certo ou não, se vão brigar ou não. Devemos mesmo é viver o amor. Vivam! Perdoem se necessário, mas façam isso por amor, com amor.
Então, para concluir meu raciocínio, se você quer uma vida "viva" aceite às mudanças como oportunidades e ame, amem com a mesma intensidade de quando viu pela primeira vez um parque de diversões. Se puderem, um dia, mudar de planos por amor, mude, porque amar é o que mais vale a pena nessa vida.

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