Parei em frente a uma escadaria de no máximo cinco degraus baixos e largos de cimento, no qual acabava em uma parede cinza, com os blocos de concreto aparente. Tanto do meu lado direito, como do esquerdo existe um pequeno jardim abandonado. As árvores são baixas e estão com aspecto de velhas e mortas, o mato estava alto, desconexo e selvagem. Havia ausência de flores e cores naquele jardim. Era tudo tão pálido e sombrio.
Antes de subir as escadas vejo um cachorro preto encostado na parede, bem perto do que seria o último degrau. Ele estava deitado com a cabeça erguida, orelhas abaixadas e seu olhar era dócil e perdido. Eu podia ver seu pequeno peito se mexer suavemente conforme respirava. Olho para trás levantando minha cabeça e enxergo o topo de uma velha casa, que estava de costas para este estranho jardim. Era impossível saber se alguém morava ali.
Estralo os dedos para chamar aquele cachorro agradável e sereno, com a intenção de acariciar sua cabeça e quem sabe abraça-lo. Subo um degrau, mas paro estática e terrivelmente assustada ao ver uma cobra ao redor do cachorro, espremendo-o de mansinho, camuflada em seu pelo curto, esperando a hora certa de atacá-lo. Ela parecia grande e seu corpo grosso. Tinha as cores convencionais de uma cobra, um marrom misturado com preto. Fico receosa pelo cachorro e sinto medo por nós dois. A cobra percebe que estou observando-os, é como se ela sentisse minha respiração ofegante e entendesse a expressão de pânico em meu rosto, ela então, rasteja em minha direção vagarosamente, sua cabeça está semi levantada e seus miúdos olhos acobreados fixos em mim.
Fim.
Antes de subir as escadas vejo um cachorro preto encostado na parede, bem perto do que seria o último degrau. Ele estava deitado com a cabeça erguida, orelhas abaixadas e seu olhar era dócil e perdido. Eu podia ver seu pequeno peito se mexer suavemente conforme respirava. Olho para trás levantando minha cabeça e enxergo o topo de uma velha casa, que estava de costas para este estranho jardim. Era impossível saber se alguém morava ali.
Estralo os dedos para chamar aquele cachorro agradável e sereno, com a intenção de acariciar sua cabeça e quem sabe abraça-lo. Subo um degrau, mas paro estática e terrivelmente assustada ao ver uma cobra ao redor do cachorro, espremendo-o de mansinho, camuflada em seu pelo curto, esperando a hora certa de atacá-lo. Ela parecia grande e seu corpo grosso. Tinha as cores convencionais de uma cobra, um marrom misturado com preto. Fico receosa pelo cachorro e sinto medo por nós dois. A cobra percebe que estou observando-os, é como se ela sentisse minha respiração ofegante e entendesse a expressão de pânico em meu rosto, ela então, rasteja em minha direção vagarosamente, sua cabeça está semi levantada e seus miúdos olhos acobreados fixos em mim.
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